Liderança emocional no ambiente de trabalho
princípios cristãos para a liderança contemporânea à luz das teorias de Augusto Cury
DOI:
https://doi.org/10.57108/iesj.2026.6-2.7Palavras-chave:
liderança emocional, inteligência emocional, gestão da emoção, princípios cristãos, Augusto Cury, comportamento organizacionalResumo
As transformações organizacionais contemporâneas intensificaram significativamente as exigências emocionais impostas às lideranças, especialmente diante do aumento dos índices de ansiedade, estresse ocupacional, síndrome de burnout e adoecimento psíquico relacionados ao trabalho. Nesse contexto, a liderança emocional emerge como competência estratégica para promoção de ambientes organizacionais mais saudáveis, humanizados e produtivos. O presente estudo teve como objetivo analisar a relevância da liderança emocional nas organizações contemporâneas, relacionando os princípios cristãos às contribuições teóricas de Augusto Cury acerca da inteligência emocional e da gestão da emoção. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, bibliográfica, descritiva e integrativa, fundamentada em livros, artigos científicos nacionais e internacionais, revisões sistemáticas e produções acadêmicas relacionadas à inteligência emocional, liderança servidora, comportamento organizacional e saúde emocional no ambiente corporativo. Os resultados evidenciaram que líderes emocionalmente inteligentes possuem maior capacidade de desenvolver ambientes psicologicamente seguros, reduzir conflitos interpessoais, estimular engajamento coletivo e fortalecer relações organizacionais saudáveis. Observou-se também que princípios cristãos como humildade, empatia, serviço, compaixão e sabedoria contribuem significativamente para a humanização das práticas organizacionais. As teorias de Augusto Cury apresentaram forte convergência com os fundamentos da liderança emocional ao enfatizar autocontrole, gestão da emoção, proteção da saúde mental e valorização humana acima de métricas puramente produtivistas. Concluiu-se que a integração entre inteligência emocional e princípios cristãos representa importante estratégia para o desenvolvimento de lideranças mais éticas, equilibradas e emocionalmente saudáveis, favorecendo simultaneamente desempenho organizacional e bem-estar ocupacional.
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