Plasticidade sináptica como base da aprendizagem significativa
como o cérebro se adapta e fortalece conexões
DOI:
https://doi.org/10.57108/iesj.2026.6-2.26Palavras-chave:
neurociência, aprendizagem significativa, educação inclusiva, plasticidade cerebralResumo
Este artigo analisa a relação entre neurociência e aprendizagem significativa, destacando como memória, atenção, emoção, sinapse e plasticidade cerebral contribuem para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos estudantes. A pesquisa, de caráter qualitativo e bibliográfico, examina artigos, livros e documentos sobre inclusão escolar e metodologias ativas. Os resultados evidenciam que práticas pedagógicas fundamentadas em princípios neurocientíficos favorecem a aprendizagem significativa, ampliam a motivação e fortalecem a autonomia, sobretudo em contextos de diversidade. Observou-se que a integração entre emoção e cognição potencializa a retenção de conhecimentos, enquanto metodologias ativas e recursos inclusivos promovem maior engajamento. Conclui-se que a neurociência aplicada à educação oferece subsídios para repensar práticas pedagógicas e construir uma escola inclusiva e centrada no estudante.
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