PRÁTICA PEDAGÓGICA COM ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
TECNOLOGIA ASSISTIVA
Palabras clave:
tecnologia assistiva, Transtorno do Espectro Autista, práticas pedagógicas, educação inclusiva, formação docenteResumen
A ampliação do uso de tecnologias assistivas no contexto escolar tem se consolidado como uma estratégia relevante para a promoção da educação inclusiva de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo geral da pesquisa consiste em analisar criticamente os desafios e as possibilidades do uso da tecnologia assistiva na prática pedagógica com alunos com TEA, considerando a formação docente e as condições de implementação no contexto da escola inclusiva. A metodologia trata-se de uma abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, realizada a partir de revisão sistematizada da literatura nacional e internacional publicada entre 2018 e 2025, em base como Scielo, ERIC, Google Scholar e periódicos especializados, além de documentos normativos brasileiros. A análise foi organizada em categorias analíticas. Os resultados dos estudos indicam que a tecnologia assistiva favorece a comunicação, a autonomia e a participação escolar dos alunos com TEA, porém sua efetividade é limitada por lacunas na formação inicial e continuada de professores, por dificuldades estruturais e pela ausência de políticas institucionais de acompanhamento. Conclui-se que a tecnologia assistiva, quando integrada de forma planejada e articulada à prática pedagógica, constitui um recurso potente para a inclusão escolar de alunos com TEA, exigindo investimentos contínuos em formação docente e em estratégias pedagógicas contextualizadas.A ampliação do uso de tecnologias assistivas no contexto escolar tem se consolidado como uma estratégia relevante para a promoção da educação inclusiva de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo geral da pesquisa consiste em analisar criticamente os desafios e as possibilidades do uso da tecnologia assistiva na prática pedagógica com alunos com TEA, considerando a formação docente e as condições de implementação no contexto da escola inclusiva. A metodologia trata-se de uma abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, realizada a partir de revisão sistematizada da literatura nacional e internacional publicada entre 2018 e 2025, em base como Scielo, ERIC, Google Scholar e periódicos especializados, além de documentos normativos brasileiros. A análise foi organizada em categorias analíticas. Os resultados dos estudos indicam que a tecnologia assistiva favorece a comunicação, a autonomia e a participação escolar dos alunos com TEA, porém sua efetividade é limitada por lacunas na formação inicial e continuada de professores, por dificuldades estruturais e pela ausência de políticas institucionais de acompanhamento. Conclui-se que a tecnologia assistiva, quando integrada de forma planejada e articulada à prática pedagógica, constitui um recurso potente para a inclusão escolar de alunos com TEA, exigindo investimentos contínuos em formação docente e em estratégias pedagógicas contextualizadas.