EDUCACIÓN INCLUSIVA EN LA SEGUNDA ETAPA DE LA EDUCACIÓN PRIMARIA

CONTEXTOS Y CONCEPCIONES

Autores/as

  • Luciane Dieter Ivy Enber Christian University
  • Dayanny Deyse Leite Rodrigues Universidad Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.57108/iesj.2026.6-1.5

Palabras clave:

inclusión, conocimiento, metodología, innovación, responsabilidad

Resumen

El estudio aquí presentado aborda la “Educación Inclusiva en la segunda etapa de la Educación Primaria: contextos y concepciones”, con el objetivo general de analizar de manera significativa a los diferentes sujetos involucrados en la Educación Inclusiva, así como sus necesidades y dificultades, desde un enfoque crítico y reflexivo, buscando comprender: ¿Cómo puede la escuela de la segunda etapa de la Educación Primaria contribuir a la inclusión de estudiantes con discapacidad, con altas capacidades/superdotación, diferentes trastornos y dificultades de aprendizaje en el proceso de enseñanza y aprendizaje de manera equitativa e inclusiva? En este sentido, la inclusión ocurre cuando los miembros de la comunidad escolar se disponen y actúan de forma respetuosa y con empatía. Este artículo investiga concepciones y contextos relacionados con la Educación Inclusiva en la vida cotidiana de la escuela de Educación Primaria (segunda etapa), analizando e interpretando cómo la inclusión ha venido superando barreras actitudinales en favor de una educación para la diversidad, desarrollando competencias capaces de favorecer y estimular el aprendizaje de los estudiantes con discapacidad y con necesidades específicas de aprendizaje de manera significativa, para que puedan desarrollar sus potencialidades y desempeñar roles en la sociedad. La metodología empleada en esta investigación incluye la lectura de diversos materiales impresos (libros y revistas) y digitales (tesis de maestría y revistas científicas) provenientes de las bases de datos Google Scholar y SciELO, lo que permite comprender que, aunque la Educación Inclusiva ha avanzado positivamente, muchos aún no la reconocen como fundamental para la construcción de una escuela y una sociedad más dinámicas y libres de prejuicios. Los resultados de esta investigación evidencian la necesidad de ampliar los estudios y ofrecer a la comunidad escolar espacios de recreación, reuniones, conferencias y seminarios como forma de motivar a padres, estudiantes, docentes y gestores a participar y actuar con calidad, además de promover la formación continua del profesorado y metodologías de enseñanza más lúdicas.

Biografía del autor/a

Luciane Dieter, Ivy Enber Christian University

Maestranda del Programa de Posgrado en Ciencias de la Educación de la Ivy Enber Christian University.

Dayanny Deyse Leite Rodrigues, Universidad Federal de Goiás

Doctora en Historia por la Universidad Federal de Goiás. Licenciada y Magíster en Educación por Fael y la Universidad Federal de Paraíba.

Citas

AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátano, 2003.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. 292 p.

BRASIL. Lei federal brasileira nº 7.853, de 24 de outubro de 1989.

BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Lei nº 0.394/96, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, 2008. Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2014.

CAMARGO, E, P. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Editorial. Ciênc. Educ., Bauru, v. 23, n. 1, p. 1-6, 2017.

CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. 11. ed. Porto Alegre: Mediação, 2016.

CUNHA, M. S. Ensino da língua portuguesa na perspectiva da inclusão do aluno cego no nível fundamental. 2015. 173 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação. Universidade Federal de Sergipe, 2015.

CUSTÓDIO, Larissa Patrícia. Educação inclusiva no Brasil : trajetória histórica, políticas públicas e o período pandêmico / Larissa Patrícia Custódio. -- São José do Rio Preto, 2021.

DECLARAÇÃO DE SALAMANCA: sobre princípios e métodos, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais. 1994. Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso: 03/01/26.

DUTRA, Claudia Pereira. Educação em pauta 2024 [livro eletrônico] : desafios da educação especial na perspectiva inclusiva no Brasil / organização Claudia Pereira Dutra. -- Brasília, DF : Organização dos Estados Ibero-americanos, 2025. PDF Vários autores. Bibliografia. ISBN 978-85-60226-14-6.

FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Apostila.

GUIMARÃES, Thaliane Cristina Alves. Educação inclusiva e os desafios da escola. Monografia elaborada para fins de avaliação parcial de Trabalho de Conclusão de Curso, do Curso de Pedagogia, da Escola de Formação de Professores e Humanidades, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Professora Orientadora: Ma. Norma A. Cardoso. GOIÂNIA, 2022.

JANNUZZI, G. S. de M. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. 3ª ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados, 2012, 211 p.

LUÍS, Helena; PISCALHO, Isabel; PAPPAMIKAIL, Lia. Formar para Incluir- a promoção de práticas inclusivas através da formação de contexto. INTERACÇÕES, v.10, n.33, p. 73-83, abr.2014.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: caminhos, descaminhos, desafios, perspectivas. In: MANTOAN, Maria Teresa Eglér (Org). O desafio das diferenças nas escolas. 4. Ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2011.

MANTOAN, M. T. E. Uma escola hospitaleira. Revista Estudos Aplicados em Educação, v. 7, p. 5-14, 2022. Disponível em: https://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_estudos_aplicados/article/view/8589. Acesso; 12/11/2025.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. O desafio das diferenças nas escolas. 4. Ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

MANTOAN, Maria Teresa Edglér; LANUTI, José Eduardo de Oliveira Evangelista. A escola que queremos para todos. Curitiba: CRV, 2022.

MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? 1. Reimpressão. São Paulo: Summus, 2015.

MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: pontos e contrapontos. Campinas: Papirus, 2021.

MENDES, E. G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro: v. 11, n. 33, p. 387-405, set/dez. 2006.

MENDES, E. G.; ALMEIDA, M. A.; TOYODA, C. Y. Inclusão escolar pela via da colaboração entre educação especial e educação regular. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 41, p. 81-93, jul./set. 2011.

MINETTO, Maria de Fátima Joaquim ET ALL./Diversidade na aprendizagem de pessoas portadoras de necessidades especiais. / Maria de Fátima Joaquim Minetto ET ALL – Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2010.

MOREIRA, M, A. Aprendizagem significativa: a teoria e textos complementares. São Paulo: Livraria da Física, 2011.

OLIVEIRA, Fabiola Rolim de; ARAÚJO, Michael Douglas Batista de. O papel do professor na educação inclusiva. CONEDU. VI Congresso Nacional de Educação. 2019. Disponível in: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conedu. Acesso: 12/11/25.

OMOTE, S., & Vieira, C. M. (2018). A importância das variáveis pessoais do professor na sua formação para a educação inclusiva. In A. A. S. de Oliveira. (Org.), Educação especial e inclusiva: contornos contemporâneos em educação e saúde (pp. 11-11). CRV.

PAULILO, M. A S. A pesquisa qualitativa e a história de vida. Serviço Social em Revista. Londrina, v.2, n. 2, p. 135-148, jul/dez.1999. . Acesso: em 15 nov. 2025.

RAMOS, Sarah Pinto. Educação inclusiva: desafios e possibilidades na prática docente / Sarah Pinto Ramos. 2019. Orientadora: Paula Regina Melo Meotti. TCC de Graduação (Licenciatura Plena em Ciências - Biologia e Química) - Universidade Federal do Amazonas.

REIS, Marcos Ribeiro. Formação de professores para a educação inclusiva: desafios e perspectivas. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação — REASE. São Paulo, v. 11, n. 1, jan. 2025.

ROGERS, C. R. Liberdade para aprender. Belo Horizonte: Interlivros, 1971.

RODRIGUES, Paloma Roberta Euzébio. Práticas Pedagógicas de Leitura e Escrita, no ensino da criança com Paralisia Cerebral. Monografia do curso de Pedagogia. Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP. 2014. 63 p.

RODRIGUES, D. O paradigma da educação inclusiva: reflexões sobre uma agenda possível. Inclusão, v. 1, p. 7-13, 2000.

SKLIAR, Carlos. Incluir as diferenças? Sobre um problema mal formulado e uma realidade insuportável. Revista Interinstitucional Artes de Educar, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 13–28, 2015.

TEIXEIRA, Tatiane Vanessa Machado. Educação inclusiva no contexto escolar: desafios, possibilidades e proposições de práticas pedagógicas na perspectiva da escola justa / Tatiane Vanessa Machado Teixeira. Dissertação. UEL - Londrina, 2020. 108 f.

TODOS PELA EDUCAÇÃO (TPE). Educação Já! uma proposta suprapartidária de estratégia para a educação básica brasileira e prioridades para o Governo Federal em 2019-2022. Disponível em: https://www.todospelaeducacao.org.br/pag/iniciativa-educacao-ja. Acesso: 13 nov. 2025.

UNESCO. CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA NECESSIDADES ESPECIAIS, 1994, Salamanca (Espanha). Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Genebra: UNESCO, 1994.

Publicado

2026-03-05

Cómo citar

Dieter, L., & Leite Rodrigues, D. D. (2026). EDUCACIÓN INCLUSIVA EN LA SEGUNDA ETAPA DE LA EDUCACIÓN PRIMARIA: CONTEXTOS Y CONCEPCIONES. IVY ENBER SCIENTIFIC JOURNAL, 6(1), 85–117. https://doi.org/10.57108/iesj.2026.6-1.5

Número

Sección

Artículos