EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA SEGUNDA FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL
CONTEXTOS E CONCEPÇÕES
DOI:
https://doi.org/10.57108/iesj.2026.6-1.5Palavras-chave:
inclusão, conhecimento, metodologia, inovação, responsabilidadeResumo
O tema de estudo aqui apresentado trata sobre a “Educação Inclusiva na segunda fase do Ensino Fundamental: contextos e concepções” com o objetivo geral de: analisar de forma significativa os diferentes sujeitos envolvidos na Educação Inclusiva, as necessidades e dificuldades numa abordagem crítica e reflexiva buscando a compreensão de: Como a escola de segunda fase do Ensino Fundamental pode contribuir com a inclusão do aluno deficiente, com altas habilidades, superdotação, diferentes transtornos e distúrbios de aprendizagem no processo de ensino e aprendizagem de forma igualitária e inclusiva? Nesse sentido, a inclusão acontece quando os sujeitos escolares se colocam a disposição e agem de forma respeitosa e com empatia. Esse artigo investiga concepções e contextos pertinentes a Educação Inclusiva no cotidiano da escola de Ensino Fundamental II, analisando e interpretando como a inclusão vem vencendo barreiras atitudinais em favor de uma educação para a diversidade, desenvolvendo competências capazes de favorecer e estimular a aprendizagem do aluno deficiente e com necessidades específicas de aprendizagem de forma significativa, para que estes possam desenvolver potencialidades e desempenhar papeis na sociedade. A metodologia empregada para desenvolver essa pesquisa compõe leitura de diversos materiais impressos (livros e revistas) e digitais (dissertação de mestrado e periódicos científicos) da base de dados do Google Scholar, e Scielo, os quais, permitem compreender que embora a Educação Inclusiva tenha avançado positivamente, muitos ainda não a compreendem como fundamental para a construção de uma escola e uma sociedade mais dinâmica e livre de preconceitos. O resultado dessa pesquisa apresenta a necessidade de ampliar estudos e oportunizar para a comunidade escolar momentos recreativos, reuniões, palestras e seminários como forma de motivar pais, alunos, professores, gestores a participarem e atuarem com qualidade, além de formação continuada para professores e metodologias de ensino mais lúdicas.
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